Primeiramente, gostaria de me desculpar pela longa ausência dessa shit! Segundamente, novamente desculpas por nao continuar a história iniciada no post anterior... Foi um tempo longo demais e eu retomarei um dia o outro lado da história.
Agora...
Iniciando o Post! AEEE!!
Como se faz sexo virtual? Esse conceito de pessoas que namoram, conhecem-se e fazem peripécias pela internet é algo somente possibilitado pela tecnologia. Ninguém falava em sexo por carta. Existia sexo por carta? Eu mando uns pentelhos pelo correio, você abre e me manda uns de volta suados?
Antes do sexo virtual existia o sexo por telefone... Como se faz sexo por telefone? Eu fico lambendo o auscultador e você fica esfregando ele na genitália? No mais é só uma troca de palavras e suspiros e gemidos... Pena que ainda nao inventaram um telefone vibratório... Se bem que o celular já tem essa funcao.
E entao, surge o sexo virtual possibilitado gracas à invencao da internet, webcam e microfone. Todos conectados e funcionando bem levam às várias páginas de sexo online. Também servem como meio de evitar acúmulo de hormônios em namoros à distância.
Mas...
O que é realmente o sexo virtual? Quais as possilidades no sexo virtual?
Respondendo cruamente... Sexo virtual NAO EXISTE!! Na verdade, é você se masturbando aí e a outra pessoa se masturbando lá. Enquanto nao inventarem uma câmera úmida onde você possa por o pênis ou que vibre quando inserida vagina adentro, nao passará disso. Masturbacao. Mas no cru, é uma punhetacao sozinha...
Pessoas... saiam de casa... sexo real é mais legal. XD
Camisinha sempre!
PS.: Em homenagem a Lara.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
Ano novo (velho)
Iam os três para a virada de ano na praia. Algo que muitos fazem todos os anos. Carlos, Diego e Valmir. Tudo preparado. Roupas brancas, garrafas com qualquer tipo de álcool à mao e dinheiro. Onze e meia da noite. As garrafas já estavam vazias. Nenhum efeito subindo, entao decidiram comprar mais. Acontece que o único pequeno bar - buteco - aberto ficava meio distante do ponto onde todos estariam para ver os fogos e pulariam as ondas e fariam todos os rituais em que acreditam para a virada do ano. Decidiram mesmo assim correr até o lugar, porque como diz o ditado, se é que é um ditado, "quem nao bebe, nao tem amigos", ou ainda, e mais importante, "quem nao bebe, nao tem história". Esse último trará sérias consequências.
Foram e voltaram muito rápido. Como se o álcool já tomado tivesse um efeito de combustao no organismo, como um automóvel. Dez minutos para a meia-noite. Tudo preparado. Mulheres, bebidas e dinheiro.
Detalhe ímpar: os três estavam hospedados na casa de uma tia de Carlos e Valmir. Diego era um convidado. Momentos antes da festa se iniciar de verdade ele, Diego, diz: "Cara, por favor, aconteca o que acontecer, nao desaparecam porque eu nao sei voltar pra casa da tia de vocês". Os outros dois concordaram.
E inicia-se... 10, 9, 8, 7... 4, 3, 2, 1!!!!
Fogos, bebida, champagne, beijos, abracos, apertoes, moedas, flores, ondas, gritos, irritacao, berros, brigas, música, álcool, garrafas, dinheiro, velas, fogo, copos, vômitos e água. Tudo ao mesmo tempo no intervalo em que muitos olhavam para cima outros já meio cambaleando das garrafas já bebidas olhavam para baixo.
Ficaram por cerca de meia hora frente à uma tenda com música ao vivo. Cada um com sua garrafa, bebendo, dancando entre mulheres e bebendo mais.
Eis que Diego e Carlos se olham... olham para o lado, para o outro... Valmir tinha sumido. Diego com um ar de preocupacao entao repete, "Cara, eu nao sei voltar prá casa! Nao some!!", ao que Carlos responde, "Claro, relaxa..."
Quinze minutos depois Carlos meio a passos de Karatê Kid com Shakira dirige-se a Diego e diz que precisava ir ao banheiro. Diego aponta o mar. Carlos nao reflete muito a respeito. Afinal água é água, e o que do mundo veio, ao mundo volta. Dentro da água com a garrafa em maos e uma breve onda de calor subindo por entre as pernas e barriga, lembra-se, Carlos, de que sua carteira estava no bolso de trás. Carteira agora que estava dentro da água. Água que na luz do dia estaria azul-amarelo-esverdeada.
Andando a passos largos por achar que ainda daria tempo de salvar a carteira e nao molhar os documentos e dinheiro que por quase cinco minutos ficaram embaixo d'água, Carlos chega à praia. Nao ve mais Diego. Dá uns 5 pulinhos para tirar o excesso de água e outras águas e, dirigindo-se a uma moca que estava sozinha frente a uma vela, conversa um pouco com ela para tentar fazer passar o efeito da embriaguês. Nao adianta. Carlos despede-se e pensa em tirar um cochilo. Dirige-se até um quiosque que já estava fechado e deita-se próximo ao balcao no chao. Por instinto, lembra-se da carteira. Afinal, dinheiro é dinheiro. E, como num acerto entre mil, decide-se por fazer um buraco na areia e enterrar a carteira. Faz isso rapidamente como se já tivesse feito isso outras vezes. Joga a carteira molhada lá dentro e enterra. A garrafa ao lado, um cochilo em que o tempo nao pode ser medido.
Levanta-se, refaz o buraco. A carteira, agora com areia e molhada, estava lá. Coloca-a no bolso e segue matando mosquitos invisíveis pelo caminho até a casa da tia.
Chegando lá, joga a carteira em um canto e percebe que era o primeiro a chegar em casa. Adormece.
Às quatro da tarde do dia seguinte acorda. Ainda embriagado, percebe os outros dois amigos ali também. Consciência limpa. Diego acorda... e comeca a explicar a sua versao da virada de ano...
Aguardem o próximo post...
Foram e voltaram muito rápido. Como se o álcool já tomado tivesse um efeito de combustao no organismo, como um automóvel. Dez minutos para a meia-noite. Tudo preparado. Mulheres, bebidas e dinheiro.
Detalhe ímpar: os três estavam hospedados na casa de uma tia de Carlos e Valmir. Diego era um convidado. Momentos antes da festa se iniciar de verdade ele, Diego, diz: "Cara, por favor, aconteca o que acontecer, nao desaparecam porque eu nao sei voltar pra casa da tia de vocês". Os outros dois concordaram.
E inicia-se... 10, 9, 8, 7... 4, 3, 2, 1!!!!
Fogos, bebida, champagne, beijos, abracos, apertoes, moedas, flores, ondas, gritos, irritacao, berros, brigas, música, álcool, garrafas, dinheiro, velas, fogo, copos, vômitos e água. Tudo ao mesmo tempo no intervalo em que muitos olhavam para cima outros já meio cambaleando das garrafas já bebidas olhavam para baixo.
Ficaram por cerca de meia hora frente à uma tenda com música ao vivo. Cada um com sua garrafa, bebendo, dancando entre mulheres e bebendo mais.
Eis que Diego e Carlos se olham... olham para o lado, para o outro... Valmir tinha sumido. Diego com um ar de preocupacao entao repete, "Cara, eu nao sei voltar prá casa! Nao some!!", ao que Carlos responde, "Claro, relaxa..."
Quinze minutos depois Carlos meio a passos de Karatê Kid com Shakira dirige-se a Diego e diz que precisava ir ao banheiro. Diego aponta o mar. Carlos nao reflete muito a respeito. Afinal água é água, e o que do mundo veio, ao mundo volta. Dentro da água com a garrafa em maos e uma breve onda de calor subindo por entre as pernas e barriga, lembra-se, Carlos, de que sua carteira estava no bolso de trás. Carteira agora que estava dentro da água. Água que na luz do dia estaria azul-amarelo-esverdeada.
Andando a passos largos por achar que ainda daria tempo de salvar a carteira e nao molhar os documentos e dinheiro que por quase cinco minutos ficaram embaixo d'água, Carlos chega à praia. Nao ve mais Diego. Dá uns 5 pulinhos para tirar o excesso de água e outras águas e, dirigindo-se a uma moca que estava sozinha frente a uma vela, conversa um pouco com ela para tentar fazer passar o efeito da embriaguês. Nao adianta. Carlos despede-se e pensa em tirar um cochilo. Dirige-se até um quiosque que já estava fechado e deita-se próximo ao balcao no chao. Por instinto, lembra-se da carteira. Afinal, dinheiro é dinheiro. E, como num acerto entre mil, decide-se por fazer um buraco na areia e enterrar a carteira. Faz isso rapidamente como se já tivesse feito isso outras vezes. Joga a carteira molhada lá dentro e enterra. A garrafa ao lado, um cochilo em que o tempo nao pode ser medido.
Levanta-se, refaz o buraco. A carteira, agora com areia e molhada, estava lá. Coloca-a no bolso e segue matando mosquitos invisíveis pelo caminho até a casa da tia.
Chegando lá, joga a carteira em um canto e percebe que era o primeiro a chegar em casa. Adormece.
Às quatro da tarde do dia seguinte acorda. Ainda embriagado, percebe os outros dois amigos ali também. Consciência limpa. Diego acorda... e comeca a explicar a sua versao da virada de ano...
Aguardem o próximo post...
quarta-feira, 3 de março de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Sinais
Baseado. Sim, estou baseado.
Estava pensando nas grandes coisas que nos unem. As casas, o trabalho, estudo, dinheiro, mesmas vontades, desejos, bens... E cheguei à conclusao de que nao é nada disso que me chamava a atencao, mas sim outras coisinhas que nos interligam.
Quem já nao olhou as horas e assim que desviou o olhar ouviu a pergunta, Que horas sao?, aí, você olha com uma cara de "HA?!" e responde, Nao sei, quem? E olha de novo.
Ou quando voce está deitado e percebe um móvel à sua frente, tampa um olho, abre, tampa o outro, abre e fica extasiado em saber que há um desnível entre seus olhos... Perde até um certo tempo abrindo um e fechando o outro olho.
Ou ainda que por 3 segundos parece que você se esqueceu de respirar. Aí você respira bem fundo para ter certeza de que nao está faltando nada lá dentro.
Ou quando você está lendo aquele livro que nao é lá tao interessante, passa os olhos pelo parágrafo todo e num estalo percebe que nao leu nada? Acaba voltando um ou dois parágrafos para entender o que realmente tinha lido.
Quem nunca foi até a cozinha, abriu a geladeira e, na verdade, nao queria nada?
Quem nunca foi até a cozinha e chegando lá, nao sabia o que fazia lá?
Olhar, do banco de trás, para o motorista do carro e ver se ele está te olhando... Quando ele olha, você desvia o olhar e volta a olhar de novo.
Quem nunca paralisou o olhar por alguns segundos... Alguns míseros segundos em que parece que o cérebro se desliga e alguém estala os dedos, chama a atencao ou algo assim? Às vezes acho que se nao houvesse esse amigo que chamasse a atencao, a alma iria embora do corpo e nunca mais voltaria...
Nesses momentos eu me sinto mais próximo de outro ser humano. Sabendo que todo mundo deixa de tomar banho de vez em quando, no frio. Ou que encosta o pé gelado debaixo da coberta na coxa do acompanhante só prá nao sentir frio. Que desvia a bicicleta porque vê que a trajetória vai matar uma formiga, um besouro... Nesses momentos sei que somos todos iguais na natureza em si. É quando comecamos a pensar que tudo muda.
Estava pensando nas grandes coisas que nos unem. As casas, o trabalho, estudo, dinheiro, mesmas vontades, desejos, bens... E cheguei à conclusao de que nao é nada disso que me chamava a atencao, mas sim outras coisinhas que nos interligam.
Quem já nao olhou as horas e assim que desviou o olhar ouviu a pergunta, Que horas sao?, aí, você olha com uma cara de "HA?!" e responde, Nao sei, quem? E olha de novo.
Ou quando voce está deitado e percebe um móvel à sua frente, tampa um olho, abre, tampa o outro, abre e fica extasiado em saber que há um desnível entre seus olhos... Perde até um certo tempo abrindo um e fechando o outro olho.
Ou ainda que por 3 segundos parece que você se esqueceu de respirar. Aí você respira bem fundo para ter certeza de que nao está faltando nada lá dentro.
Ou quando você está lendo aquele livro que nao é lá tao interessante, passa os olhos pelo parágrafo todo e num estalo percebe que nao leu nada? Acaba voltando um ou dois parágrafos para entender o que realmente tinha lido.
Quem nunca foi até a cozinha, abriu a geladeira e, na verdade, nao queria nada?
Quem nunca foi até a cozinha e chegando lá, nao sabia o que fazia lá?
Olhar, do banco de trás, para o motorista do carro e ver se ele está te olhando... Quando ele olha, você desvia o olhar e volta a olhar de novo.
Quem nunca paralisou o olhar por alguns segundos... Alguns míseros segundos em que parece que o cérebro se desliga e alguém estala os dedos, chama a atencao ou algo assim? Às vezes acho que se nao houvesse esse amigo que chamasse a atencao, a alma iria embora do corpo e nunca mais voltaria...
Nesses momentos eu me sinto mais próximo de outro ser humano. Sabendo que todo mundo deixa de tomar banho de vez em quando, no frio. Ou que encosta o pé gelado debaixo da coberta na coxa do acompanhante só prá nao sentir frio. Que desvia a bicicleta porque vê que a trajetória vai matar uma formiga, um besouro... Nesses momentos sei que somos todos iguais na natureza em si. É quando comecamos a pensar que tudo muda.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Feliz 2010!!
Bom... primeiro uma nota acerca do "Feliz 2010!". Só coloquei de título porque chama a atencao... mas me recuso a desejar "Feliz 2010!" uma vez que nao sei se ele vai ser feliz... e isso é só uma expressao, nao? Ou tem como o ano ser feliz? Tá! Parei... "Feliz ano novo!" parece que também só restringe as minhas felicidades a voce nessa virada, nesse único momento, depois, dane-se! Aí até prefiro o "Feliz 2010!". Bom, chega de ser contraditório e ficar refletindo sobre algo que passa em 5 segundos, porque o que importa é ver os fogos de artifício, tacar um beijo em alguém desconhecido, soltar champagne no vizinho, beijar alguém conhecido, beber champagne do vizinho e ver a camiseta transparente da vizinha molhada de champagne!! E nada como passar em casa também e ver o cachorro fugindo a todo momento.
Agora um outro comentário acerca dos costumes da virada de ano da minha juventude.
Primeiro, todo final de ano minha família viaja para Ilhabela. É, lugar fantástico para festejar, isso sem dúvida. E lá vamos nós, sempre antes para nao sofrermos nos maravilhosos engarrafamentos, como todos os anos. Chegando lá, esperamos o famoso dia e vestimos todos roupas brancas... Por que? Porque todo mundo veste... alguns podem até achar que transmite paz, traz boas energias, mas a verdade é que eu nao faco idéia do porque. Aí levamos também álcool; eu, pelo menos. Aí esperamos a contagem regressiva próximos a algum palco com música ao vivo, contamos e vamos até à beira do mar pular 7 ondas. Dizem que traz sorte. Só por isso eu faco. Jogamos umas moedinhas também. Dizem que traz sorte. Essa de jogar moeda, no entanto, é contraditória tradicao, pois se desejamos TER dinheiro, como vamos jogá-lo FORA?! Enfim, faco também. Abro meu champagne, todo mundo abre, desperdicamos o dinheiro jogando o líquido uns nos outros em vez de beber. Minha mae reclama do cheiro da bebida, eles resolvem ir prá casa, eu fico, danco, canso e volto a pé.
Nao fiz isso esse ano.
Agora um outro comentário acerca dos costumes da virada de ano da minha juventude.
Primeiro, todo final de ano minha família viaja para Ilhabela. É, lugar fantástico para festejar, isso sem dúvida. E lá vamos nós, sempre antes para nao sofrermos nos maravilhosos engarrafamentos, como todos os anos. Chegando lá, esperamos o famoso dia e vestimos todos roupas brancas... Por que? Porque todo mundo veste... alguns podem até achar que transmite paz, traz boas energias, mas a verdade é que eu nao faco idéia do porque. Aí levamos também álcool; eu, pelo menos. Aí esperamos a contagem regressiva próximos a algum palco com música ao vivo, contamos e vamos até à beira do mar pular 7 ondas. Dizem que traz sorte. Só por isso eu faco. Jogamos umas moedinhas também. Dizem que traz sorte. Essa de jogar moeda, no entanto, é contraditória tradicao, pois se desejamos TER dinheiro, como vamos jogá-lo FORA?! Enfim, faco também. Abro meu champagne, todo mundo abre, desperdicamos o dinheiro jogando o líquido uns nos outros em vez de beber. Minha mae reclama do cheiro da bebida, eles resolvem ir prá casa, eu fico, danco, canso e volto a pé.
Nao fiz isso esse ano.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Em casa de ferreiro...
Estava eu sentado na cadeira do cabeleireiro aqui na minha pacata cidade germânica quando me deparei com uma cena estranha. O rapaz que cortava meu cabelo comentou que por eu usar um gorro, deixava meus cabelos todos embaracados e despenteados. Até aí tudo bem. Nada de anormal... a nao ser pelo fato de que o rapaz devia ter uns 25 anos e apresentava fortes sinais de calvície. Eis que me surge o dilema... Entao me surgiram algumas situacoes contraditórias.
1. Cabeleireiro
Deve ser bem triste ser calvo e ter que ficar cortando o cabelo de todos que passam por ali com suas jubas e grossas cabeleiras.
2. Padeiro
Triste acordar cedo para ir preparar o pao para o café dos outros e abrir o armário e perceber que só tem miojo.
3. Acougueiro
Depois de um dia todo de servico atendendo a todos os tipos de cortes desejados e clientes mal educados... ou que nao entendem nada de carne, chegar em casa e comer arroz feijao e ovo.
4. Mecânico
Trabalhar o mês todo e ir de bicicleta para o servico porque o dinheiro nao é suficiente para se comprar um "poisé".
5. Pedreiro
Construir casas e casas e ver os arredores crescendo, mas nao conseguir arrumar aquele quartinho de madeira todo caindo aos pedacos onde ficam as tralhas do resto da família.
6. Faxineira
Limpar o chao da casa, loja, empresa de outras pessoas de 3 a 4 vezes por dia, aspirar, limpar o banheiro e chegar em casa e perceber que nao deram descarga.
7. Nordestino
Ter um filho homossexual.
8. Homossexual
Ter um pai nordestino.
9. Ginecologista
Ter uma filha virgem...
10. Prostituta
Fazer sexo por dinheiro todos os dias e aguentar o tranco com caras e bocas. Na hora em que quer sexo com o namorado, ver o cara brochar...
1. Cabeleireiro
Deve ser bem triste ser calvo e ter que ficar cortando o cabelo de todos que passam por ali com suas jubas e grossas cabeleiras.
2. Padeiro
Triste acordar cedo para ir preparar o pao para o café dos outros e abrir o armário e perceber que só tem miojo.
3. Acougueiro
Depois de um dia todo de servico atendendo a todos os tipos de cortes desejados e clientes mal educados... ou que nao entendem nada de carne, chegar em casa e comer arroz feijao e ovo.
4. Mecânico
Trabalhar o mês todo e ir de bicicleta para o servico porque o dinheiro nao é suficiente para se comprar um "poisé".
5. Pedreiro
Construir casas e casas e ver os arredores crescendo, mas nao conseguir arrumar aquele quartinho de madeira todo caindo aos pedacos onde ficam as tralhas do resto da família.
6. Faxineira
Limpar o chao da casa, loja, empresa de outras pessoas de 3 a 4 vezes por dia, aspirar, limpar o banheiro e chegar em casa e perceber que nao deram descarga.
7. Nordestino
Ter um filho homossexual.
8. Homossexual
Ter um pai nordestino.
9. Ginecologista
Ter uma filha virgem...
10. Prostituta
Fazer sexo por dinheiro todos os dias e aguentar o tranco com caras e bocas. Na hora em que quer sexo com o namorado, ver o cara brochar...
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Cartola mágica
Estava na cama do hospital sem poder fazer muitos movimentos, nem me levantar. Quase nada praticamente. Acordar, ver tv, comer, ver tv, comer, ver tv, dormir. Até esse momento estava sozinho no quarto. Quando, para meu espanto a porta se abre e surge um vizinho que iria dividir o quarto comigo a partir daquele momento.
O cara também nao podia se mover muito. Praticamente dois que só comiam, viam tv e dormiam... Até que à noite aconteceu algo interessante.
A luz do quarto estava acesa e queríamos assistir tv. O filme era cativante e para o clima valer a pena, tinha que ser de luz apagada. Ele se levantou, foi até o interruptor e apagou a luz. 15 minutos depois surge a enfermeira... "Nossa! Que escuro aqui!". Ela acendeu a luz, veio até mim, pos a mao no bolso, tirou uma seringa, aplicou a injecao, pos a mao no bolso, tirou um esparadrapo, pos a mao no bolso, tirou um par de meias e disse que era para eu vestir. Foi até o vizinho, fez o mesmo processo... Comecei a perceber o quanto aquele bolso era fantástico. Ela se foi.
Tentamos recomecar o filme... só que a enfermeira deixou a luz acesa. Fui até lá e apaguei. 10 minutos depois ela volta e repete a frase com uma ênfase "NOSSA! Mas que escuro aqui!", acende a luz e tira um termômetro de ouvido do bolso, mede a minha temperatura, tira um estetoscópio do bolso, mede pulso, batimentos e tudo mais. Ainda tira 3 copinhos com comprimidos para mim e mais 3 para o vizinho... tudo do mesmo bolso. Ela se vai.
.
.
E deixa a luz acesa...
.
.
Levanto-me com muito esforco... apago a luz. Mais dez minutos depois ela entra novamente com a janta... quarto escuro... a mesma frase, "Nossa! Como está escuro aqui!", num tom de voz como quem quer dizer, "Deixa a merda da luz acesa!!". Deixou os jantares, mexeu no bolso e tirou os talheres para cada um de nós e foi-se. Terminamos de comer e, para relaxar, queríamos ver o resto do filme. De preferência com a luz apagada. Levantei-me mais uma vez e dessa vez nao resisti, retirei a lâmpada do soquete e guardei dentro da gaveta da minha mesinha de cama. Meu vizinho riu muito.
Após alguns minutos ela retorna, acredito que para recolher os pratos e talheres da janta... Para minha surpresa e de meu vizinho que já comecava a rir, ela nao diz uma palavra.. segue pelo quarto e nao faz nenhum movimento em direcao ao interruptor. Fiquei espantado. Meu vizinho já nao ria mais. Trocamos uns olhares como por telepatia "Hein?! Desistiu a velha?". E, entao, para nos assustar de uma vez, ela poe a mao no bolso, tira uma lâmpada e poe no soquete... "Já falei que o quarto está escuro!!"
O cara também nao podia se mover muito. Praticamente dois que só comiam, viam tv e dormiam... Até que à noite aconteceu algo interessante.
A luz do quarto estava acesa e queríamos assistir tv. O filme era cativante e para o clima valer a pena, tinha que ser de luz apagada. Ele se levantou, foi até o interruptor e apagou a luz. 15 minutos depois surge a enfermeira... "Nossa! Que escuro aqui!". Ela acendeu a luz, veio até mim, pos a mao no bolso, tirou uma seringa, aplicou a injecao, pos a mao no bolso, tirou um esparadrapo, pos a mao no bolso, tirou um par de meias e disse que era para eu vestir. Foi até o vizinho, fez o mesmo processo... Comecei a perceber o quanto aquele bolso era fantástico. Ela se foi.
Tentamos recomecar o filme... só que a enfermeira deixou a luz acesa. Fui até lá e apaguei. 10 minutos depois ela volta e repete a frase com uma ênfase "NOSSA! Mas que escuro aqui!", acende a luz e tira um termômetro de ouvido do bolso, mede a minha temperatura, tira um estetoscópio do bolso, mede pulso, batimentos e tudo mais. Ainda tira 3 copinhos com comprimidos para mim e mais 3 para o vizinho... tudo do mesmo bolso. Ela se vai.
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E deixa a luz acesa...
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Levanto-me com muito esforco... apago a luz. Mais dez minutos depois ela entra novamente com a janta... quarto escuro... a mesma frase, "Nossa! Como está escuro aqui!", num tom de voz como quem quer dizer, "Deixa a merda da luz acesa!!". Deixou os jantares, mexeu no bolso e tirou os talheres para cada um de nós e foi-se. Terminamos de comer e, para relaxar, queríamos ver o resto do filme. De preferência com a luz apagada. Levantei-me mais uma vez e dessa vez nao resisti, retirei a lâmpada do soquete e guardei dentro da gaveta da minha mesinha de cama. Meu vizinho riu muito.
Após alguns minutos ela retorna, acredito que para recolher os pratos e talheres da janta... Para minha surpresa e de meu vizinho que já comecava a rir, ela nao diz uma palavra.. segue pelo quarto e nao faz nenhum movimento em direcao ao interruptor. Fiquei espantado. Meu vizinho já nao ria mais. Trocamos uns olhares como por telepatia "Hein?! Desistiu a velha?". E, entao, para nos assustar de uma vez, ela poe a mao no bolso, tira uma lâmpada e poe no soquete... "Já falei que o quarto está escuro!!"
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